Novotecna celebrou o seu 25.º Aniversário

14 Jan 2014
Horácio Pina Prata, Luís Mira Amaral e António Cardoso Pereira na comemoração dos 25 anos da Novotecna

Horácio Pina Prata, Luís Mira Amaral e António Cardoso Pereira na comemoração dos 25 anos da Novotecna

Para celebrar as mais de duas décadas de existência da Novotecna, no passado dia 13 de janeiro, realizou-se nas instalações da associação o Jantar Comemorativo dos 25 anos que juntou cerca de oito dezenas de pessoas. Neste contexto, a associação adiantou que “serão celebrados e recordados os 25 anos de sucesso da Novotecna que cresceu sempre assente na missão que a caracteriza enquanto instituição de referência, no desenvolvimento da investigação, inovação e formação tecnológica na região e em Portugal”.

Neste jantar foram homenageadas várias personalidades importantes para a associação, através da atribuição do estatuto de “Associado Honorário”, onde Luís Mira Amaral e José Veiga Simão foram os distintos. Porém, este último não pôde estar presente na comemoração. De destacar o testemunho do presidente Horácio Pina Prata ao referir que Veiga Simão, “por ter sido a pessoa que criou o Complexo Tecnológico de Coimbra e o indutor da criação destas infraestruturas tecnológicas integrantes”, mereceu este título. Homenageou-se também os subscritores da escritura da constituição, o Comendador Augusto Gonçalves, José da Costa, Joaquim Santos e o IAPMEI (representado pelo presidente, Luís Filipe Costa) e ainda os fundadores e impulsionadores desta instituição.

Antes do jantar, pelas 18h30, Mira Amaral pronunciou uma conferência sobre “A Reindustrialização e as Escolas Tecnológicas”, onde o seu discurso foi pautado pela visão de que a solução europeia está na indústria flexível e na reindustrialização das escolas tecnológicas, ao referir que “é preciso pegar no conhecimento e colocá-lo ao serviço das empresas.” Horácio Pina Prata acrescentou ainda que “num quarto de século, a Novotecna teve uma missão virada para a empregabilidade dos jovens quase a cem por centro, nas indústrias e nas empresas em geral”, adicionou ainda que o futuro está em incutir o “saber fazer” nos jovens da atualidade.